Piadinha de corno

CORNO…. PORÉM SENSATO…….

No meio de um julgamento, pergunta o Juiz:

– Senhor Daniel Pires Ramos chegou em sua casa mais cedo e ncontrou a
sua mulher na cama com outro homem ?

– Correto, meritíssimo – diz o réu de cabeça baixa.

Continua o juiz:

– O senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher, matando-a na hora?

-Correto, meritíssimo – repete o réu.

– E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?

O réu responde:

– Senhor Juiz…. Me pareceu mais sensato matar uma mulher uma única vez,
do que um homem diferente todos os dias.

Foi absolvido na hora!

E ainda fazendo uma alogia ao apagão aéreo, não bastando os atrasos ainda ser corno.

Uma vida normal de uma mulher solteira.

Recebi por e-mail de um cara e não aguentei…. Muito boa.. grande..mas muito boa….

Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela firma para o Rio de Janeiro.
Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento.  Ficou uma gracinha, mas estou exausta.  São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira:
Cheguei na firma e já adorei.  Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta!  Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno.  Lindooooo!
Estou apaixonada.  Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa a mim mesma de estar parada em frente ao elevador todos os dias nessa mesma hora.  Ele desceu no andar da engenharia.
Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo.  Até o meu chefe foi super delicado.
Estou maravilhada com essa cidade.  Cheguei em casa e comi comida enlatada.  Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.

Terça-Feira:
Amiga!  Precisava contar.  Sabe aquele homem de quem falei?  Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador.  Fiquei sem ação e baixei a cabeça.  Como sou burra!
Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime.Olhei-me no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta.  Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás.
Resolvido!  Estou de dieta.

Quarta-Feira:
Acordei com dor-de-cabeça.  Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar.  Preciso manter-me firme na dieta.  Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana.
Ah!  O nome dele é Marcelo.  Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador.  E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho.  Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou.  Estou progredindo, né?
Como faço para me insinuar sem parecer vulgar?  Comprei um vestido dois números menores que o meu.  Será a minha meta.

Quinta-Feira:
O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador.  Seu sorriso iluminou tudo!  Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: ‘Um-hum’…         Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: ‘Um-hum’.  Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: ‘Um-hum’.  Então ele perguntou se eu só sabia falar ‘Um-hum’ e eu respondi: ‘Ã-hã’.
Será que fui muito evasiva?  Será que eu deveria ter falado um pouco mais?
Ai amiga!  Estou tão apaixonada!  Estou resolvida!  Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana.
Quanto ao resto, bem… Ando com muita enxaqueca.  Acho que vou quebrar meu regime hoje.  Estou fazendo uma sopa de legumes.  Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira:
Amiga!  Estou arruinada!  Ontem à noite não resisti e me empanturrei.  Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba.  Menina!  Saí de casa que parecia um caminhão de lixo.  Como eu peidava!  (nossa!
Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).  No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava.  Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: – ‘Aí!  Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!’ Uma Senhora gorda foi responsabilizada.  Todo mundo olhava para ela.  Tadinha!  Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro.  O meu maior medo era prender e sair um barulhento.
Eu estava morta de vergonha.  Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta.  Aproveitei e soltei mais um.  O senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: ‘Dona!  É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!’.
Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô.
Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou.  O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou: ‘Pô, dona Maria!  Esse pastel tá bichado!’ Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela escada.  Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse.  Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar.  Já no terceiro andar ficamos sozinhos.  Cheguei a me sentir aliviada; assim a viagem terminaria mais rápido.
Pensei rápido demais.  O elevador deu um solavanco e as luzes se apagaram.  Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.  Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso…) e disse que era a bruxa da sexta-feira.
Era assim mesmo, logo a luz voltaria.  Não precisava me preocupar.  Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.
Amiga, juro que tentei prender.  Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar.          Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar.  Já se imaginou numa situação dessas?  Peidar e ficar tentando aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou?
Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou.  Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal.  Disse para ele que eu era claustrófoba.  Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior.
O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse nada.
Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em trabalho de parto.  Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador.
Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso.  Ele ficou lá, no canto, impávido.  Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro.  Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de emergência.  Coitado!  Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho.
Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.  As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.  Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: ‘Meus olhos também estão ardendo…’ E juro que pensei que ele fosse dizer algo bonito.  Aquilo me magoou profundamente.
Pensei: ‘Ah, é, FDP?  Então acabou a respiração cachorrinho…’ Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó.  No segundo, enrolou a cabeça.  No terceiro, prendeu a respiração; no quarto, ele ficou roxo.  No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: ‘Mulher!  Pára de se cagar!’.
Depois disso ele só chorava.  Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.  Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

E agora Timão.. ??

Depois de um tempo sem postar por conta do meu trampo estar me tomando parte do tempo e claro os novos episódios de House 4ª Temporada e Heroes 2ª Temporada, decidi postar na integra o jogo do meu time do coração e seu rebaixamento.

Numa rodada eletrizante, o Campeonato Brasileiro definiu os seus últimos classificados para a Libertadores e os últimos rebaixados para a Série B. No Olímpico, o Grêmio entrou em campo com chances de Libertadores e o Corinthians desesperado para fugir da zona de rebaixamento. Bastava uma vitória para o Timão escapar. Durante os 90 minutos, as combinações de resultados chegaram a deixar o Corinthians por três vezes na Segundona. Em duas delas, o Timão escapou. Na terceira, não. O placar de 1 a 1, aliado à vitória do Goiás sobre o Internacional (2 a 1 no Serra Dourada), mandou o Corinthians para a Série B do Brasileirão.

No primeiro tempo, dois rebaixamentos

Grêmio x Corinthians começou com quase 20 minutos de atraso. O técnico corintiano, Nelsinho Baptista, demorou para soltar a escalação e para mandar o seu time a campo. Quando o Timão subiu as escadas do vestiário, com três surpresas – Vampeta de meia, Clodoaldo no ataque e Carlos Alberto na ala direita – a última rodada do Campeonato Brasileiro já tinha começado. Menos Goiás x Internacional, no Serra Dourada. Os duelos de Goiânia, de Porto Alegre, além de Vasco x Paraná em São Januário, definiriam os dois últimos rebaixados, que se juntariam a Juventude e América na Série B de 2008.

O drama corintiano, que já dura alguns meses, ficou ainda pior no primeiro minuto de jogo. Na primeira tentativa do Grêmio, Jonas ganhou de cabeça e Felipe, mal colocado, só viu a bola estufar a rede. Momentaneamente, Corinthians na Segunda Divisão. A primeira passagem pela Série B durou nove minutos. Sem ameaçar o gol do Grêmio, a torcida corintiana era por tropeços dos rivais. E deu certo. Em Goiânia, Orozco marcou para o Inter e devolveu o Timão para a Série A.

O placar do estádio Olímpico ainda não tinha começado a informar os resultados da rodada. Mas não demorou muito para divulgar os placares. O Corinthians pouco atacava – chance mesmo, só um chute de Bruno Octávio -, enquanto o Grêmio seguia pressionando. Quando o relógio marcava 29 minutos, novo drama. Élson tinha acabado de empatar para o Goiás e o time goiano estava empurrando os paulistas para baixo. O segundo rebaixamento do dia. Este, porém, durou menos de um minuto. Vampeta lançou Carlos Alberto na ponta-direita, o volante cruzou e Clodoaldo desviou para o gol para devolver o clube à Primeira Divisão.

O Paraná, o azarão, não ameaçava. Com dois expulsos no primeiro tempo, não parecia que teria forças para vencer o Vasco na casa do rival. Sorte do Corinthians…

No segundo tempo, o terceiro rebaixamento. E fatal !!!

Quando a etapa final começou, o Paraná, que perdia para o Vasco, já era carta fora do baralho. A briga se resumia, então, a Corinthians e Goiás. E o Timão não demostrava que iria ter forças para ganhar. Foi quando ocorreu o momento mais dramático da rodada. Em Goiânia, o árbitro marcou pênalti contra o Inter. Paulo Baier, que outro dia perdeu um pênalti no empate de 1 a 1 com o Corinthians, pegou a bola para bater. Bateu, Clemer defendeu, mas o auxiliar mandou voltar, alegando que o goleiro tinha se adiantado. Paulo Baier bateu de novo, Clemer defendeu de novo e o auxiliar mandou voltar de novo. No Olímpico, os reservas corintianos que se aqueciam atrás de um dos gols iam ao desespero, com as informações que os radialistas passavam no gramado. Na terceira cobrança do Goiás, agora com Élson, enfim o gol.

O Grêmio, que entrou em campo ainda com chances de ir para a Taça Libertadores da América, sabia que suas possibilidades eram muito remotas. O que acabou se confirmando… O Palmeiras até perdeu em casa para o Atlético Mineiro (3 a 1), mas o Cruzeiro fez a lição de casa, venceu o lanterna América-RN (2 a 0) e ficou com a última vaga para o torneio.

Mas, mesmo sem chance, os gremistas não facilitaram. Se bem que o Corinthians pouco fez. Das arquibancadas, a barulhenta torcida do Timão pedia “raça”. Mas nem isso. Em campo, a equipe seguia apática e só se defendendo…

O jogo do Goiás acabou com o placar de 2 a 1 e o Corinthians ainda teve alguns minutos para conseguir o gol da vitória. O goleiro Felipe ainda foi duas vezes ao ataque, mas não deu em nada.

O Timão, de 97 anos de história, está na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. E a torcida, sempre fiel, gritava “Eu nunca vou te abandonar, porque eu te amo!”. Estou triste mesmo não sendo mais aquele corintiano de antes, e envergonhado….. mas o que me deixou mais “p” da vida foi que todas as torcidas de todas as outras equipes adoraram a idéia do Corinthians ser rebaixado. Isso prova que mesmo estando na segunda divisão, ainda é a maior equipe e de maior tradição no futebol nacional.


Betão chorando no final do jogo.