Total War no Steam

Este pacote promete oferecer a oportunidade para reforçar seu exército, com exclusividade de elites e com mapas bem mais detalhados e realistas.

A grande novidade é que o game será incorporado juntamente com a Steam e a Valve Software, e suas ferramentas (do game), serão distribuídas gratuitamente a partir da Valve.

O que significa basicamente que a Steam será a principal ferramenta, para trabalhar com Total War.

Isto porque a Steam conta com um dos melhores rastreadores de quem possui uma Steam Acc., verificando onde é que o jogo é mais jogado, estatísticas no geral, que parte do game está sendo bem jogada e qual não.

“Estamos tão felizes e convencidos em trabalhar com a Steam, pois sabemos que podemos confiar numa das melhores plataformas já existentes no mercado dos games”, conta o diretor da Creative Assembly, Mike Simpson.

Ele complementa, “o sistema de apoio será de grande valia para nós, em Empire: Total War, que fará uma grande diferença tanto para os jogadores, quanto para os desenvolvedores, com está parceria, será possível tornarmos ainda mais habilidosos no mundo multiplayer, o que tornará o game mais profundamente interessante”.

Segue alguns scrennshots do jogo

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Anões jogando futebol

Um grupo de anões decide jogar futebol.
Alugam um campinho na várzea e vão pra lá contentes e eufóricos…
Lá chegando, percebem que não existe vestiário e então, decidem vestir o uniforme no banheiro do boteco lá perto.
Todos entram e se dirigem para o fundo do bar, onde ficava o banheiro.
Chega um bêbado e pede uma garrafa de cachaça.
Após alguns minutos, passam pelo bêbado os jogadores anões,vestidos de azul.
O bêbado não entende nada, fica abobado, mas continua bebendo.
Em seguida, passam os anões de uniforme vermelho.
O bêbado chega pro dono do bar e diz:
– Aí maluco, fica ligado que o pebolim tá fugindo.

Bom mas legal mesmo é essa mesa, Essa belezinha da foto é uma peça promocional, inaugurada durante a final da Liga dos Campeões da Europa pela cervejaria holandesa Amstel: Um pebolim gigante, com espaço para 22 pessoas jogarem ao mesmo tempo. Perfeito pra quem nunca tem paciência para esperar sua vez de participar da brincadeira.

Dizem que a mesma já foi usada em alguns campeonatos dessa classe de pebolim, onde disputavam depois da festa de Outubro, muito famosa por lá, a Oktoberfest.

mas melhor mesmo que ficar lado a lado com um monte de marmanjos, deve ser poder tomar as cervejas alemãs… heheh

Estagiário só se lasca

Um Presidente de uma determinada empresa, casado há 25 anos, está na maior
dúvida se transar com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho
ou prazer.

Na dúvida, ligou pro Diretor Geral e perguntou. Por sua vez, o Diretor ligou pro
Vice-Diretor e fez a mesma pergunta. O Vice-Diretor ligou pro Gerente Geral e
fez a mesma pergunta. E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a
pergunta chegou ao Setor Jurídico e o Advogado Chefe perguntou, como de praxe,
pro Estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.

 -Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o Presidente da empresa
transa com a mulher dele é trabalho ou prazer ???

– É prazer, Doutor !!! – respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.

– Ué ??? Como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza ???

– É que…. se fosse trabalho, já tinham mandado eu fazer !!!!!!!!

Inserido no contexto

Nos anos setenta um músico baiano de voz rouca fez sucesso no Brasil. Era Paulo Diniz, cujo maior sucesso foi “Quero voltar pra Bahia”. Mas havia outra música no lado B do compacto, “Ponha um arco-íris na sua moringa”:

“Ponha um arco-íris na sua moringa ai ai ai
É lúcido é válido, inserido no contexto ai ai ai”

Aquele “inserido no contexto” fazia parte do repertório d’O Pasquim, que gozava os intelectuais que tentavam traduzir as correntes de pensamento filosófico pós-1968 utilizando termos complicados. Era só abrir o jornal pra ver um cartum onde o sujeito perguntava para a boazuda: “posso inserir no seu contexto?”.

Contexto é o “pano de fundo” de um evento, que determina como o evento é interpretado. Usando um exemplo de que gosto muito: a frase “só sei que nada sei”, que Sócrates formulou para mostrar que sábio é aquele que tem consciência de sua ignorância, muda completamente de significado quando colocada noutro contexto. Na boca de Lula, por exemplo.

O tempo passou, o Pasquim passou, Paulo Diniz sumiu, mas nunca foi tão importante observar o contexto antes de formular uma opinião.
Não escapei da onda. Escrevo à luz do recente escândalo da campanha de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo, quando a vida pessoal de seu oponente, Gilberto Kassab, passou a ser questionada na propaganda petista.

Mas, afinal, que mal há em perguntar se o sujeito é casado e tem filhos? Nenhum. Isso cansa de acontecer com todo mundo. Em entrevistas de emprego, na hora de fazer um crediário, ao abrir conta em banco, numa conversa informal… Saber se a pessoa é casada e tem filhos ajuda a ter uma idéia de quem a pessoa é. E essa informação jamais define o caráter da pessoa. Mas essas cândidas perguntas, quando inseridas no contexto da campanha eleitoral, deixam de ser cândidas.

A propaganda de Marta afirma que Kassab tem um passado misterioso envolvendo gente desonesta que causou prejuízos à cidade e ao eleitor. Portanto saber de onde ele veio e com quem anda revelaria suas (más) intenções.

Nesse contexto, perguntar se ele é casado e tem filhos transforma-se em juízo de valor: além de andar com gente suspeita, não é casado e não tem filhos. Portanto não é confiável. E – horror – talvez seja… gay!

Muitos simpatizantes tentam eximir a candidata dessa grossura eleitoral usando o clássico petista 1: “ela não sabia”. Outros usam o clássico petista 2: “mas a direita usou o mesmo método antes”. Alguns usam o clássico petista 3: o da vitimização. Ninguém foi tão alvo de preconceitos como Marta Suplicy. Portanto ela tem o direito de revidar. Falta só o clássico 4: “foi um tucano infiltrado.”

Que tal entender o contexto recorrendo aos intelectuais do PT?
João Santana, o marqueteiro de Lula, questionado sobre a desonestidade de usar na campanha para a reeleição em 2006 uma mentira, no caso a idéia de que as privatizações tinham sido um mau negócio para o Brasil, saiu-se com esta: “Eu trabalho com o imaginário da população. Em uma campanha, nós trabalhamos com produções simbólicas. Não considero que exista aí desonestidade, pois o tema foi, pelo menos, discutido.”
Marco Aurélio Garcia, assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, quando perguntado se não era constrangedor ver Lula ao lado de mensaleiros disse: “Constrangedor é não ter votos”.

Pra esses caras, botar um arco-íris na moringa do Kassab é lúcido, é válido e inserido no contexto. Seja lá qual for o contexto.
E quer saber? Até que está saindo barato pro Kassab.

Retirado do
wWW.lucianopires.com.br

Em tempos teremos Kassab em São Paulo e Gabeira no Rio… purpurina para todo lado.