Gabriel

Filho é um barato, mas junto com eles vem responsabilidades que não sabemos se deveremos assumir, mudar, não ter ou simplesmente deixar rolar. Falo isso não apenas de responsabilidades, mas tb sobre atituldes que temos de tomar desde que os mesmos nasceram.

Semana passada no dia 24/08/2009, às 12:57, pesando 4,02Kg e medindo 50cm, nasceu o Gabriel, nosso segundo filho. Já tínhamos uma menina, que em Outubro completa 6anos e agora com a vinda de mais esse herdeiro vm´s fechr a porta da fábrica de filhos e nos empenhar em educa-los e disciplina-los dentro da mais correta educação possível. E aew mora o problema.

Mesmos pais de vários filhos, sejam pais antigos ou pais novos, sabem que não é fácil escolher escolas, metodologia de ensino, educação religiosa, rigores alimentares, esportes praticáveis nessa idade, atividades em grupos, entre outras coisas mais. Sempre foi deixado meio ao vento essas coisas. NÂO ???Claro que foi. Ou o ditado que depois do primeiro filho vc se caleja. O segundo é mais fácil. Quem tem 2 tem 3. Só colocar na escola e alimentar o resto vem sozinho….. Esses são comentários que ouvimos tanto de nossos tios, pais, avós ou de amigos. Mas não sugerem que teremos problemas específicos com cada filho.

Veja o exemplo da Rebecca. Nossa filha está em uma ótima escola, de preço mediano (que para meu bolso é alto), e que usa o método de ensino Dom Bosco, que dizem ser ferradão e tudo mais. E vemos claramente o desenvolvimento dela. Já sabe ler de tudo, inclusive livros e revistas, já escreve todas as letras e forma palavras com facilidade e hoje já posso dizer que é uma menina fora da média (pq é mais alta) do restante até da própria sala dela. Pois os amiguinhos(as) dela não fazem tudo isso, fora algumas exceções como ela.

Mas agora nos vemos em uma encruzilhada, pois além de ter de colocar os dois na escola, e mais do que dobrar o custo, pois criança menores são muito mais caros que crianças de 4 a 6 anos, não queríamos deixar de dar o mesmo nível de aprendizado dado para Rebecca ao Gabriel. A Rebecca entrou na escola com 3 anos, antes disso sempre teve uma pessoa olhando ela diariamente, que era muito boa com minha filha e conosco em casa, tanto que minha filha ainda a chama de Babá até hoje. (Márcia te amamos muito e somos muito agradecidos por tudo). Mas agora pode ser diferente, pois estamos pensando em já colocar em uma escola e assim aumentar nossos custos, e dessa forma acredito que teremo de mexer no ensino da Rebecca, trocando ela de escola. Vc´s viram o tamanho do problema.. ????O dilema que me encontro ???

De uma cosa é certa, estou muito contente com a vinda do Gabriel e com a receptividade da Rebecca, que não tem demonstrado ciúmes e já ajuda a Mara com muita coisa. Esperamos inclusive que ajude muito mais no futuro.. hehe.. E queremos o melhor para os dois, mesmo nos privando das nossas coisas, e sendo difícil fazer isso, pois batalhamos tanto para alcançar objetivos e vimos as possibilidades de mantê-los ou de aumenta-los indo embora. Porque mais vale vc dar de tudo para seu filho agora, educando os alimentando bem (aliás a Rebecca é um touro, e olhe que só come porcaria), do que mais para frente vc ver que deixar rolar pode ser perigoso, além de perda de tempo na vida de nossos filhos.

O importante é que essas dúvidas existem, esses dilemas vem e vão sempre quando pensamos em nossos filhos e isso nos faz pais atenciosos e preocupados. Vm´s tentando assim adequar nossas vontades e conquistas com as de nossos filhos.

Segue vídeo na materninade

Político e o Bêbado instruído

MONOGLOTA POLINÍVEL

Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha,
subiu em um caixote e começou seu discurso:

– Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte.
O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

– Escuta aqui, porque o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

– Ah, responde o candidato, pois veja, meu senhor:
A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto como poetas, escritores, filósofos, etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:

– Senhor postulante, aspirante ou candidato . (hic). O fato, circunstância ou razão de que me encontre em um estado etílico, bêbado ou mamado … (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo … (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o senhor merece… (hic), pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando … (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos … (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir-se
diretinho à sua genitora, mãe biológica ou Puta que o Pariu !!!!!

Prevenção a gripe suína no trabalho

Existe muito exagero sobre a gripe suína ou do vírus H1N1… aquela lá que anda matando muito no mortômetro já citado aqui no blog.
Segue imagem do exagero.. hehehe

gripe

Está chegando a hora

A maioria não sabe ainda, pelo menos não na net. Mas estou indo correndo para Materniadade…… hehehhehhhhe……….

Bike automática

Uma bike para quem só quer saber do prazer de pedalar e com muita facilidade. Basta montar e pedalar com facilidade.

Com o aumento do uso da bike em cidades, nada melhor do que uma magrela que faz tudo sozinho, inclusive trocar as marchas. Essa bike da Trek tem um trocador realmente automático. Realmente, porque ele funciona eletricamente.

O sistema é  o Shimano Coasting. São três marchas que são trocadas automaticamente dependendo da necessidade. O trocador é alimentado por um dínamo que fica no cubo dianteiro e ao ciclista basta pedalar e de maneira muito suave. Tão suave que o freio é controlado pelo pedal também. Pedale devagar e ela reduz, pare de pedalar e ela freia.

Para completar, o selim tem mais cara de banco de moto, pois além de ser super-confortável, tem um compartimento para carteira e celular.

E para ciclista folgado nenhum botar defeito, o pneum já vem com os sistema autoselante para não ser furado por cacos de vidros e preguinhos da rua. Como diz o slogan da Trek é pegar e ir.

A bike vem em dois modelos Lime e Lime Lite. Entrem  no site e confiram

Matéria retirada do site http://www.ondepedalar.com.br.

Ultra-som do Gabriel

Postei o ultimo ultra-som da Mara e Gabriel no Youtube. Já está quase aew o dia. Acredito que mais uns 20 dias e já está nascendo. Ainda nem decidimos que hospital vai ser e devemos ir esse sábado visitar as maternidades para ver qual a Mara gostou mais. Certo que nem temos muita opção, pois depois que trocamos nosso plano de saúde não ficamos assim tão a vontade para escolher lugares, mas temos boas opções.

Estou muito contente e ansioso. Não vejo a hora do Gabriel vir logo, mas também morro de medo de não saber cuidar direito. De errar em alguma coisa. Medo esse que tenho até hoje com a Rebecca que já tem 5 anos e faz 6 agora em Outubro.

De uma coisa é certa. Vou cuidar dos dois como um pai presente e amoroso. Estou até ficando mais geração saúde para aguentar mais e mais a infância deles.

Segue aew o vídeo e o link direto

O Mortômetro

48. 49. 50. 51. 52 mortos pela gripe suína. E aumentando! Tá chegando a minha hora…

Cada morte numa cidade diferente dá uma nova manchete. Como o Brasil tem algo em torno de 5 mil municípios temos aí um potencial gigantesco para ocupar os jornais, rádios e televisões com o alerta: “Mulher morre de gripe suína em Carapicuíba”. “Primeira morte por gripe suína em Conceição do Guararapes”.  “Homem morre em Cururu da Serra com suspeita de gripe suína”. É uma espécie de mortômetro, um contador mórbido que a imprensa está utilizando para… para… pra quê hein?

Cerca de dez dias atrás eu estava no auge de uma gripe normal, com tosse e dores no corpo. Sentei na recepção de uma rádio onde daria uma entrevista e fiquei curtindo minha gripe. Um espirro ali. Uma tossida aqui. Até que repentinamente a recepcionista se levanta, cruza a saleta e abre acintosamente as janelas, como que dizendo: “Sai daqui seu infectado!”. Me senti parte da minoria oprimida, sabe como é? Eu devia ter ligado pro Lula.

Alguns dias depois embarquei para o Chile para palestrar num grande evento com cerca de 1.000 pessoas na platéia. Olha só: saindo de uma gripe e entrando no meio de uma aglomeração, no segundo país mais infectado pela gripe suína na América do Sul. Suicídio, né?

Pois sabe o que vi no aeroporto, nos shopping centers e nos hotéis do Chile? Nada. Ninguém usando máscaras, ninguém distribuindo cartazes, nenhum mortômetro na televisão. Nada. Néris de pitibiribas.

Quando desembarquei em São Paulo fui recebido por agentes da Polícia Federal com máscaras azuis. Só faltou a luva de borracha e o álcool para desinfetar. Um horror.

E então leio a manchete da Folha de São Paulo no domingo: “Gripe suína deve atingir ao menos 35 milhões no país em 2 meses”.

Que loucura é essa hein? E o índice de mortalidade é sempre o mesmo: entre 0,7% e 0,8%. Igual ao de uma gripe normal. Mas… no México o índice é 1,03%. Nos Estados Unidos, 0,57%. Na Inglaterra, 0,14%. Na União Européia, 0,12%. Técnicos afirmam que a divergência se dá pela dificuldade de medir e pelos diferentes critérios utilizados. Em outras palavras: ninguém sabe nada.

E quando ninguém sabe nada a especulação aparece. E nesse ambiente vamos escolher sempre a tragédia. As ameaças de extermínio da Humanidade são ótimas para vender jornal, e sempre serão tratadas como algo distante. Mas quando a praga ataca meu vizinho e o vizinho do meu vizinho, vixe!!!

Apelos emocionais são irresistíveis.

Então o apresentador do telejornal mostra o hospital superlotado de gente procurando tratamento contra a gripe suína. E entrevista o infectologista que implora para que as pessoas só se dirijam aos hospitais se estiverem com todos os sintomas. E em seguida o mesmo apresentador volta com o mortômetro: 53… 54… 55. Tá chegando em você, CORRA PRO HOSPITAL!

Olha aqui: tem uma gripe nova por aí , sim senhor. Ela precisa de cuidados básicos ou pode matar, sim senhor. Mas ela mata tanto quanto uma gripe normal. E menos que dezenas de outras doenças com as quais convivemos normalmente, mas que não tem um mortômetro na televisão.

É o mortômetro que cria o pânico. É o mortômetro que manda os ignorantes para os hospitais. É o mortômetro que vende jornal.

A pandemia que enfrentamos é de estupidez.

Luciano Pires

Texto retirado do blog do Luciano Pires