Dízimo.

O DÍZIMO

Manoel e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento.

De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:

– Senhoras e senhores, tenho más notícias… problemas graves nos motores, vamos tentar um pouso de emergência… há uma ilha não catalogada nos mapas… vamos aterrissar na praia.

Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:

– Isto aqui parece o fim do mundo – é improvável a possibilidade de resgate… talvez tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!

Nessa hora, Manoel pergunta para a mulher:

– Maria, você pagou o dízimo da IGREJA UNIVERSAL este mês?

– Ai, me perdoa Manoel. Com essa história de viagem, esqueci completamente!

Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca-lhe um beijão, o melhor de todo o casamento.

A Maria não entende e pergunta:

– Manoel por que você me beijou desse jeito?

E ele responde eufórico:

– ELES VÃO NOS ACHAR !…

 

‘Jesus Cristo é o caminho; eu sou o pedágio.’

(EdirMacedo)

 

A morte da executiva bem-sucedida.

Foi tudo muito rápido. A “executiva bem-sucedida” sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a “executiva bem-sucedida” abordou um dos passantes:
— Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?
— No céu.

— No céu?…
— É.
— O céu, CÉU…?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
— Exato! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.
Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, todo mundo sorrindo, ninguém a usando celular, a “executiva bem-sucedida” levou tempo a admitir que havia mesmo batido as botas.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bonus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
— Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador.
— É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
— Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
— Assim? (…)
— Quem me chama?
A “executiva bem-sucedida” quase desabou da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:
— Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma“executiva bem-sucedida” e…
— Executiva… Que palavra estranha. De que século veio?
— Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo ‘executiva’?
— Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a “executiva bem-sucedida” teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
— Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na produtividade sistémica.
— É mesmo?
— Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
— Ah, não sabemos.
– Percebeu? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num instante implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
— Que interessante…
— É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
— !!!…???…!!!…???…!!!
— Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas fatíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista… Ele existe, certo?
— Sobre todas as coisas.
— Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente atrativo.
— Incrível!
— É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num turnaround radical.
— Impressionante!
— Isso significa que podemos partir para a implementação?
— Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante… se for trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno…

Segue uma imagem de Constantine. Um ótimo filme que fala sobre o Inferno

 

Céu e Inferno – Para corporativos

A COLHER DE CABO COMPRIDO

Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno. Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua Volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era Grande.

Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em Volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento. ‘Eu não compreendo’, disse o homem a Deus, ‘por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?’

Deus sorriu e respondeu:

‘Você não percebeu? É Porque aqui eles aprenderam a Dar comida uns aos outros. ‘

Moral:

Temos três situações que merecem profunda reflexão:

  • 1. Egoísmo: as pessoas no ‘inferno’ estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
  • 2. Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
  • 3. Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.

Conclusão:

Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras. O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso. Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados. Isso vale para qualquer área de sua vida, especialmente a profissional.

“E, lembrem-se sempre: A alegria faz bem à saúde.”