O Mortômetro

48. 49. 50. 51. 52 mortos pela gripe suína. E aumentando! Tá chegando a minha hora…

Cada morte numa cidade diferente dá uma nova manchete. Como o Brasil tem algo em torno de 5 mil municípios temos aí um potencial gigantesco para ocupar os jornais, rádios e televisões com o alerta: “Mulher morre de gripe suína em Carapicuíba”. “Primeira morte por gripe suína em Conceição do Guararapes”.  “Homem morre em Cururu da Serra com suspeita de gripe suína”. É uma espécie de mortômetro, um contador mórbido que a imprensa está utilizando para… para… pra quê hein?

Cerca de dez dias atrás eu estava no auge de uma gripe normal, com tosse e dores no corpo. Sentei na recepção de uma rádio onde daria uma entrevista e fiquei curtindo minha gripe. Um espirro ali. Uma tossida aqui. Até que repentinamente a recepcionista se levanta, cruza a saleta e abre acintosamente as janelas, como que dizendo: “Sai daqui seu infectado!”. Me senti parte da minoria oprimida, sabe como é? Eu devia ter ligado pro Lula.

Alguns dias depois embarquei para o Chile para palestrar num grande evento com cerca de 1.000 pessoas na platéia. Olha só: saindo de uma gripe e entrando no meio de uma aglomeração, no segundo país mais infectado pela gripe suína na América do Sul. Suicídio, né?

Pois sabe o que vi no aeroporto, nos shopping centers e nos hotéis do Chile? Nada. Ninguém usando máscaras, ninguém distribuindo cartazes, nenhum mortômetro na televisão. Nada. Néris de pitibiribas.

Quando desembarquei em São Paulo fui recebido por agentes da Polícia Federal com máscaras azuis. Só faltou a luva de borracha e o álcool para desinfetar. Um horror.

E então leio a manchete da Folha de São Paulo no domingo: “Gripe suína deve atingir ao menos 35 milhões no país em 2 meses”.

Que loucura é essa hein? E o índice de mortalidade é sempre o mesmo: entre 0,7% e 0,8%. Igual ao de uma gripe normal. Mas… no México o índice é 1,03%. Nos Estados Unidos, 0,57%. Na Inglaterra, 0,14%. Na União Européia, 0,12%. Técnicos afirmam que a divergência se dá pela dificuldade de medir e pelos diferentes critérios utilizados. Em outras palavras: ninguém sabe nada.

E quando ninguém sabe nada a especulação aparece. E nesse ambiente vamos escolher sempre a tragédia. As ameaças de extermínio da Humanidade são ótimas para vender jornal, e sempre serão tratadas como algo distante. Mas quando a praga ataca meu vizinho e o vizinho do meu vizinho, vixe!!!

Apelos emocionais são irresistíveis.

Então o apresentador do telejornal mostra o hospital superlotado de gente procurando tratamento contra a gripe suína. E entrevista o infectologista que implora para que as pessoas só se dirijam aos hospitais se estiverem com todos os sintomas. E em seguida o mesmo apresentador volta com o mortômetro: 53… 54… 55. Tá chegando em você, CORRA PRO HOSPITAL!

Olha aqui: tem uma gripe nova por aí , sim senhor. Ela precisa de cuidados básicos ou pode matar, sim senhor. Mas ela mata tanto quanto uma gripe normal. E menos que dezenas de outras doenças com as quais convivemos normalmente, mas que não tem um mortômetro na televisão.

É o mortômetro que cria o pânico. É o mortômetro que manda os ignorantes para os hospitais. É o mortômetro que vende jornal.

A pandemia que enfrentamos é de estupidez.

Luciano Pires

Texto retirado do blog do Luciano Pires

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Informações da Crise Mundial

“Devido às quebras de bancos, queda nas bolsas, cortes no orçamento,
à crise nos combustíveis e pelo racionamento mundial de energia,
informamos que a famosa “luz no final do túnel” está temporariamente desligada”

iPhone no Brasil do Lula Molusco ?

O iPhone 3G já pode ser comercializado no Brasil. A barreira que impedia a chegada do aparelho ao País foi removida nesta terça-feira (12/08) com a emissão do Certificado de Homologação do aparelho pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O documento foi publicado no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação (SGCH) sob o número 1124-08-1993. O modelo do A1241, nome técnico do iPhone 3G na Anatel, homologado pela Agência, é o de 8 GB. Nenhuma menção à versão de 16 GB é feita nos arquivos entregues ao órgão regulador.

Segundo fontes do IT Web, a Claro teria enviado correspondência a seus clientes na semana passada informando que o aparelho estava próximo de ser lançado no País. Ainda segundo fontes, a Vivo teria contratado campanha publicitária para divulgar o lançamento do aparelho no mês de setembro.

Na última coletiva de divulgação de seus resultados trimestrais, o presidente da Claro, João Cox, afirmou que já havia feito o pedido do telefone à Apple. A empresa afirma ter uma lista de 100 mil pessoas interessadas nele.

Resta saber se o iPhone 3G chegará ao País com preços competitivos, ou para variar o Brasileiro ávido em pagar MUITO por algum bem material e para manter o status.

Que merda …

GOVERNO BOM É ISSO!!!! NO MUNDO NÃO EXISTE ADMINISTRAÇÃO COMO ESSA!!!!

“KIT FALTA DE VERGONHA”

Vai transar? O governo dá camisinha.
Já transou? O governo dá a pílula do dia seguinte.
Engravidou? O governo dá o aborto.
Teve filho? O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado? O governo dá Bolsa Desemprego.
Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota.
Não tem terra? O governo dá a Bolsa Invasão e ainda te aposenta.

AGORA……Experimenta estudar, trabalhar e andar na linha pra ver o que te acontece!!!!!

VOCÊ VAI GANHAR UMA BOLSA DE IMPOSTOS NUNCA VISTA EM LUGAR ALGUM DO MUNDO!!!!! PARABÉNS